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Se beber, não dirija!
Em diversos anúncios o Ministério da Saúde nos adverte: SE BEBER, NÃO DIRIJA. A grande preocupação do Governo em alertar aos motoristas sobre a perigosa combinação entre bebida e direção faz-se mais que necessária pois ela é responsável por um grande número de mortes, especialmente entre os jovens. Estima-se que mais de 30 mil pessoas morram de acidentes de trânsito anualmente no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Abead), em 61% dos acidentes o condutor havia ingerido bebida alcoólica. Entre os casos fatais, o índice sobe para 75%. Toda essa problemática gera, além dos impagáveis danos físicos e emocionais, uma conta de R$ 28 bilhões por ano no Brasil.
Entretanto, além do efeito agudo do álcool na corrente sanguínea, que diminui a consciência e a coordenação motora dos motoristas, não podemos nos esquecer dos efeitos crônicos que o álcool produz, sendo responsável por inúmeras doenças como a hepatite alcoólica, por exemplo, e também por profundos danos nos relacionamentos familiares, nas amizades e no desempenho profissional.
É muito importante ressaltar, contudo, que o consumo de bebidas alcoólicas passa a ser prejudicial quando a freqüência e as quantidades se tornam irresponsáveis e incontroláveis. Nesse sentido, cabe a cada indivíduo saber definir seus próprios limites, ou seja, aos que sabidamente tem problemas com a ingestão de álcool a abstinência deve ser uma ordem. Já para os que conseguem beber moderadamente, estudos mostram que uma leve ingestão pode até ser benéfica para a saúde.
Infelizmente vemos muitos cristãos que tem a direção das suas vidas atrapalhadas pela bebida. Ao refletirmos sobre nossas vidas, devemos nos lembrar que Jesus Cristo é o nosso Senhor, somente a Ele devemos servir e por Ele devemos ser direcionados.
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