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Fé e Obediência PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qui, 30 de Julho de 2009 02:01
Se nós soubéssemos o que Deus sabe a respeito de nós e das situações que nos cercam, agiríamos exatamente como Ele disse e descansaríamos na Sua soberania.
O salmista declarou: “Grande é o nosso Senhor e de grande poder; não há limite ao seu entendimento” (Sl 147.5).
Ele continua realizando os Seus propósitos mesmo quando não compreendemos o Seu jeito de agir porque a Sua vontade é soberana e jamais será resistida.
Pedro poderia ter dito: “Senhor, não faz sentido este convite para que eu vá ao teu encontro andando sobre as águas”.
Josué também poderia ter questionado a ordem divina para que o povo rodeasse as muralhas de Jericó.
“Senhor, como poderemos vencer um exército usando apenas chifres, vasos e tochas de fogo?”, indagaria Gideão.
Contudo, todos eles agiram por fé e na sua obediência experimentaram o sobrenatural de Deus.
Tire os olhos da situação e coloque-os em Cristo. Diante Dele todas as impossibilidades se dobram e o impossível acontece.
O Mar Vermelho parecia o fim da linha para os hebreus, até que Ele revelou o seu plano para Moisés: a travessia do mar a pé enxuto.
Moisés disse ao povo: “Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará;
porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais os tornareis a ver. O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.
Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem” (Ex 14.13-15).
Deus ordenou o improvável: Sigam em frente! Mesmo que a instrução divina não faça nenhum sentido, o melhor é obedecer.
O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.
Última atualização ( Seg, 24 de Agosto de 2009 21:08 )
 
NOVA CRIAÇÃO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rui Petry   
Qua, 15 de Julho de 2009 18:05

Para o apóstolo Paulo, ser nova criação em Cristo significava uma total renovação do eu interior, mudança de mente e de coração. Significava muito mais do que uma união passiva... Estar "em Cristo", disse ele aos Filipenses, significa ter em você a mente de Cristo Jesus, pensar como Cristo pensou, ter os ideais que Cristo tinha, pulsar com os desejos que enchiam o coração de Cristo. Significa substituir todas as suas ações naturais diante das pessoas, dos acontecimentos, e das circunstâncias, pela reação de Jesus Cristo. Em suma, uma vida cristocêntrica significa morar no coração de Jesus, compartilhar os seus gostos e aversões, ter os mesmos interesses, afetos e atitudes, ser motivado em tudo por sua compaixão amorosa. Significa tornar os padrões habituais do pensamento de Jesus Cristo tão completamente seus, que de verdade "não mais eu vivo, mas Cristo vive em mim" Gl 2.20.

"Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo".

2 Cor 5.17

extraído de Meditações para Maltrapilhos, Brennan Manning, Ed. Mundo Cristão. Pg. 205.

Abraços, e Boas Férias - Pr. Rui

 
Munil no EJN PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lucimeri Lichtenfels   
Dom, 10 de Maio de 2009 15:09

Neste último final de semana, dos dias 01-03 de maio, a galera da MUNIL juntamente com o grupo Kadosh, esteve participando da terceira edição do EJN (Encontrão Jovem Nacional) e da primeira edição do ENA (Encontrão Nacional de Adolescentes), no recanto da paz em Joinville - SC.


Estiveram presentes neste evento, cerca de 1800 jovens, sendo 60 destes jovens de nosso grupo.

Sem dúvida podemos dizer que o EJN foi “SENSACIONAL”!


Foi um encontro muito abençoado, onde tivemos a oportunidade de ouvir boas palestras, sendo estas proferidas por: João Klug (professor do departamento de história da UFSC e um dos fundadores da MUNIL), Gedeon Freire de Alencar (sociólogo e coordenador do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos, da Igreja Betesda), Marcio de Carvalho (dirige a ONG Refúgio e trabalha com marginalizados em Cambé), Sérgio Schäffer e André.


Participamos de seminários, tivemos um excelente momento de louvor, sem contar a maravilhosa comunhão entre os irmãos como momentos de conversas e louvor acompanhados de violão e, para finalizar o encontro, todos participaram da ceia do Senhor em conjunto. Foi um momento único e incrível.


Ah! Já estava quase esquecendo de mencionar a saborosa comida que o André e demais colaboradores prepararam! Hummm, muito boa mesmo.


Todo o evento estava pautado sob tema “IMPACTO – Jovens Que Servem Nossa Geração”. Foi enfatizada a importância e responsabilidade que temos em causar impacto na nossa geração. Fomos motivamos a fazer a diferença, fazer missão, mostrar que com a ação de Jesus Cristo em nós, temos algo diferente do mundo e para o mundo.


Creio que cada jovem que ali esteve presente pode ser “impactado para impactar”! Basta agora arregaçar as mangas e anunciar o plano de salvação que Deus tem para oferecer as pessoas. Vamos lá? O que você está esperando? Vamos impactar nossa geração?

Última atualização ( Dom, 10 de Maio de 2009 15:18 )
 
Um avivamento faz coisas surpreendentes PDF Imprimir E-mail
Escrito por Revista Ultimato   
Ter, 24 de Março de 2009 01:04

Em poucas palavras, avivamento é o sopro de Deus para tirar a poeira acumulada no decurso dos anos, no período variável de tempo compreendido entre o avivamento anterior e o momento atual. Não importa a quantidade nem a qualidade da poeira. É uma obra de Deus, periódica e poderosa, que ele realiza quando e onde quer. Essa manifestação surpreendente de Deus recoloca a igreja em seu primeiro amor, produz convicção e confissão de pecado, desejo sério de santificação pessoal, renovação das certezas da fé e do entusiasmo que elas criam, renúncia da soberba e da autossuficiência, anseio por Deus e prazer de ler com proveito a Palavra e de orar ao Senhor. O avivamento leva a igreja a redescobrir a pessoa e a obra do Espírito Santo, sem o qual nunca será possível vencer a pecaminosidade latente, a pressão do mundo e a força das potestades do ar.

Mesmo podendo ter um teor místico acentuado, avivamento é bem mais do que isso. É o motor de coisas novas, de realizações extraordinárias e de certa duração, na área de devoção, de educação religiosa, de evangelização e missões, e de socorro ao sofrimento humano. Forçosamente, o avivamento gera preocupação com os não-alcançados pela pregação do evangelho, os não-salvos pela graça de Deus e os moralmente marginalizados (os publicanos e as meretrizes de antigamente). A história mostra que esse sopro especial do Espírito induz os crentes a fazerem obras de caridade e a levantarem a voz contra a injustiça social, seja ela qual for e custe o preço que custar.

Última atualização ( Ter, 24 de Março de 2009 01:07 )
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Se beber, não dirija PDF Imprimir E-mail
Escrito por Breno   
Seg, 26 de Janeiro de 2009 00:46
 

Se beber, não dirija!

 

Em diversos anúncios o Ministério da Saúde nos adverte: SE BEBER, NÃO DIRIJA. A grande preocupação do Governo em alertar aos motoristas sobre a perigosa combinação entre bebida e direção faz-se mais que necessária pois ela é responsável por um grande número de mortes, especialmente entre os jovens. Estima-se que mais de 30 mil pessoas morram de acidentes de trânsito anualmente no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Abead), em 61% dos acidentes o condutor havia ingerido bebida alcoólica. Entre os casos fatais, o índice sobe para 75%. Toda essa problemática gera, além dos impagáveis danos físicos e emocionais, uma conta de R$ 28 bilhões por ano no Brasil.

Entretanto, além do efeito agudo do álcool na corrente sanguínea, que diminui a consciência e a coordenação motora dos motoristas, não podemos nos esquecer dos efeitos crônicos que o álcool produz, sendo responsável por inúmeras doenças como a hepatite alcoólica, por exemplo, e também por profundos danos nos relacionamentos familiares, nas amizades e no desempenho profissional.

É muito importante ressaltar, contudo, que o consumo de bebidas alcoólicas passa a ser prejudicial quando a freqüência e as quantidades se tornam irresponsáveis e incontroláveis. Nesse sentido, cabe a cada indivíduo saber definir seus próprios limites, ou seja, aos que sabidamente tem problemas com a ingestão de álcool a abstinência deve ser uma ordem. Já para os que conseguem beber moderadamente, estudos mostram que uma leve ingestão pode até ser benéfica para a saúde.

Infelizmente vemos muitos cristãos que tem a direção das suas vidas atrapalhadas pela bebida. Ao refletirmos sobre nossas vidas, devemos nos lembrar que Jesus Cristo é o nosso Senhor, somente a Ele devemos servir e por Ele devemos ser direcionados.

 

 
Bem Aventuranças - Dois lados da mesma mensagem PDF Imprimir E-mail
Escrito por Gondim   
Seg, 26 de Janeiro de 2009 00:19

Dois lados da mesma mensagem
Ricardo Gondim


Bem aventurados os pobres de espírito, pois deles é o reino dos céus. Malditos os prepotentes, pois eles criam o império do ódio. Os que precisam da força para sustentar o poder não tem parte com a lógica do amor.
Bem aventurados os que choram, pois serão consolados. Malditos os indiferentes, pois neles nasce o cinismo. Secos, descartam vidas. Desdenhosos, não sofrem o abandono dos esquecidos, a angústia dos escravos, o desespero dos oprimidos.
Bem aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança. Malditos os altivos, pois eles se acham livres para agrilhoar, agridem sem contenção e receberão uma masmorra por herança.
Bem aventurados os que tem fome e sede de justiça, pois serão fartos. Malditos os que buscam argumentos para justificar tiranias; os que se fiam em coerências para vexar os indefesos padecerão sedentos e famintos de bondade.
Bem aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia. Malditos os implacáveis, pois serão medidos com a mesma inflexibilidade que trataram os outros; cedo ou tarde receberão castigo proporcional à sua irrepreensibilidade.
Bem aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Malditos os astuciosos, pois morrerão sós. O falso não se alinha ao coração divino, o aleivoso perde o compasso do universo; o impostor não arranca a venda dos olhos e se condena a nunca perceber o sublime.
Bem aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. Malditos os que conspiram a guerra; que dão de ombros para o bombardeio assimétrico, para a agressão descomedida, para a morte de crianças e velhos. Esses descerão ao mais profundo inferno, pois arrasam vilas, dizimam etnias, e chacinam em nome do Estado.
Bem aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus. Malditos os tiranos, que afligem para defender ideologia ou religião, raça ou economia. Deus se alia ao afrontado, oferece a mão ao desabrigado e faz companhia ao esmagado.
Bem aventurados serão vocês quando, por minha causa os insultarem, os perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês. Malditos serão vocês que voam como abutres, para espreitar a derrocada do pequeno; que se excitam com más novas; e só deduzem o pior nas intenções alheias.
Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês. Lamentem e agonizem, porque grande será o castigo no calabouço eterno, vocês terão o mesmo destino que os facínoras que viveram antes de vocês.
Soli Deo Gloria.

 
Pascal e as Razões do Coração - artigo de João Heliofar de Jesus Villar PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rui Petry   
Sex, 12 de Setembro de 2008 19:41

Pascal e as razões do coração

por Joao Heliofar de Jesus Villar

 

Quem leu a revista Veja, edição de 18 de junho, encontrou a entrevista do matemático John Allen Paulos, que escreveu o livro Irreligion, para demonstrar que os argumentos clássicos que sustentam a existência de Deus são absolutamente inconsistentes do ponto de vista lógico. Nas respostas dadas nas páginas amarelas, ele garante que se as pessoas gostassem mais de matemática, “pensariam com mais rigor. Isso faria com que pusessem suas crenças em xeque”.

 

A opinião do matemático é interessante, porque reflete uma concepção comum no meio acadêmico, a de que a fé normalmente é filha da falta de reflexão intelectual mais madura. Houvesse maior rigor lógico no pensamento da massa, a fé tenderia a desaparecer.

 

Esse ponto de vista de que o crente não pensa com rigor, e só por isso permanece crente, não é incomum no pensamento secular, especialmente na classe culta. Segundo esse paradigma as pessoas acreditam em Deus porque lêem muito pouco. No final das contas a fé decorre de um problema de falta de conhecimento.

Última atualização ( Ter, 16 de Setembro de 2008 12:58 )
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